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Pela primeira vez no ano, o estudo da FDR mostra um crescimento da competitividade do segmento em relação ao ambiente cativo.

São Paulo, 20 de junho de 2017 – A FDR Energia, empresa de geração e comercialização de eletricidade, acaba de lançar a atualização de junho do Índice de Atratividade do Mercado Livre para Fontes Limpas de Energia. O levantamento revela que a competitividade das fontes sustentáveis subiu 8% em relação às tarifas praticadas pelas distribuidoras no ambiente cativo. O valor médio do índice da FDR Energia para todo o Brasil ficou em “0,535” no mês de junho de 2017.

Estudo inédito revela a atração das PCHs e das usinas eólicas, solares e de biomassa para os consumidores no Ambiente de Contratação Livre.

São Paulo, 17 de maio de 2017 – A FDR Energia, empresa de geração e comercialização de eletricidade, acaba de lançar a nova versão do Índice de Atratividade do Mercado Livre para Fontes Limpas de Energia. O levantamento dos primeiros cinco meses do ano revela que o estado do Rio de Janeiro é a unidade da Federação com a maior atratividade para os consumidores eleitos para usar megawatts de Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs), usinas solares, eólicas e de biomassa.

Embora ainda muito jovem se comparado com os países mais ricos, entre eles os Estados Unidos, o Canadá, Austrália e a Comunidade Econômica Européia, o mercado brasileiro de energia livre já responde por 27,5% do consumo nacional, o que equivale a um volume de negócios da ordem de R$ 30 bilhões por ano. E, agora, empresas de menor porte também se beneficiam da competitividade proporcionada pelo novo ambiente.

Embora ainda muito jovem se comparado com os países mais ricos, entre eles os Estados Unidos, o Canadá, Austrália e a Comunidade Econômica Européia, o mercado brasileiro de energia livre já responde por 27,5% do consumo nacional, o que equivale a um volume de negócios da ordem de R$ 30 bilhões por ano. E, agora, empresas de menor porte também se beneficiam da competitividade proporcionada pelo novo ambiente.

Há mais de duas décadas, o Brasil conta com a desregulamentação do setor elétrico. Nesse tempo, a nação promoveu grandes avanços no modelo de geração, distribuição e comercialização de eletricidade. Foi criado, por exemplo, a figura do consumidor livre. Trata-se de uma unidade ou planta conectada a uma rede da distribuidora em uma tensão igual ou maior que 69kV, e que tem uma demanda contratada igual ou superior a 3.000 kW. Em termos de custo, uma demanda contratada de 3.000 kW equivale a uma fatura de energia de R$ 500 mil por mês.

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