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Tocantins e Rio de Janeiro lideram ranking nacional de atratividade das fontes limpas de energia

Mapa exclusivo da FDR de julho revela que 25 estados mantêm a competitividade para migração ao Ambiente de Contratação Livre (ACL).

São Paulo, 17 de julho de 2017 – A FDR Energia, empresa de geração e comercialização de eletricidade, acaba de concluir o Mapa Nacional de Atratividade do Mercado Livre para Fontes Limpas de Energia do mês de julho. O levantamento dos primeiros sete meses do ano revela que os estados de Tocantins e do Rio de Janeiro mantêm a maior atratividade para os consumidores eleitos para usar megawatts de Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs), usinas solares, eólicas e de biomassa.

Tocantins lidera o ranking com a nota “0,688”. Já o Rio de Janeiro vem colado com a nota “0,647”. De acordo com os dados, em janeiro deste ano, os dois estados já lideravam as primeiras posições, mas o Rio de Janeiro ocupava a primeira colocação. “Ambos os estados permanecem ao longo dos meses com alta competitividade para as empresas que desejam entrar no Mercado Livre de Energia”, afirma Erick Azevedo, sócio-diretor da FDR e coordenador do estudo.

O mapa também destaca entre os 15 estados mais atrativos: Mato Grosso, Paraná, Pará, Mato Grosso do Sul, Espírito Santo, Amazonas, Rondônia, Santa Catarina, Distrito Federal, Minas Gerais e Ceará. O índice, tal qual o modelo do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), elaborado pela Organizações das Nações Unidas (ONU), é calculado em um intervalo de “0,000” (para a menor atratividade) e “1,000” para a maior atratividade. O valor médio do índice da FDR Energia para todo o Brasil ficou em “0494” no mês de maio de 2017.

O índice foi calculado com base no preço médio comercializado no mercado livre entre as fontes incentivadas 50 (energia proveniente de Pequenas Centrais Hidrelétricas e usinas eólicas, solares e de biomassa) comparadas com as tarifas de distribuidoras que representam 98% do mercado cativo brasileiro.

Em linhas gerais, pode-se considerar que valores no índice abaixo de 0,4 como inviáveis financeiramente para migração para o ACL. Entre 0,4 e 0,6, com viabilidade moderada. Entre 0,6 e 0,8, boa viabilidade. Acima de 0,8, com alta viabilidade.

Clique aqui para visualizar o artigo na íntegra.

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